2012-11-26

Reunião


A próxima reunião da Associação de Pais realiza-se no dia 26 de novembro de 2012 às 18h30 para discutir as actividades das férias de natal.


2012-11-22

Brincar na rua é importante para criancas aprenderem a lidar com o risco


As crianças estão a brincar menos na rua, o que facilita a obesidade e as impede de aprender a lidar com o risco, refere um investigador, alertando que um pequeno arranhão agora pode ser uma grande segurança no futuro.

As brincadeiras dos mais novos têm mudado e actualmente não passam tanto pelas ruas devido aos receios dos pais relativamente à segurança, mas também ao apelo das novas tecnologias, mais adequadas ao espaço da casa.

Esta alteração tem consequências na preparação física das crianças, com a falta de movimento a criar condições para o aumento do peso e para dificuldades em lidar com situações de risco.

Campanha de Recolha de Produtos Alimentares e de Higiene

Está a decorrer uma campanha de recolha de produtos alimentares e de higiene na EBI da Bobadela.

2012-11-20

Pais INforma


No dia 21 de novembro, às 18h00 realiza-se um encontro, no âmbito do Pais INforma, no Centro de Recursos e Animação Pedagógica-CRAP/ Casa do Adro, Loures.

Dia Nacional do Pijama


Hoje é o Dia Nacional do Pijama! Vinte de novembro também assinala a Convenção Internacional dos Direitos da Criança.

2012-11-08

Uniself


Vai decorrer uma ação de sensibilização realizada pela UNISELF na EB1/JI de Bobadela, pelas 17 horas do dia 13 de novembro.

Dia de S. Martinho


No dia 12 de novembro iremos comemorar o dia de S. Martinho. Um assador de castanhas virá à escola. Cada dúzia de castanhas custa 1 euro.

2012-11-07

Criancas do primeiro ciclo "trabalham" tanto ou mais do que os adultos



Muitas crianças portuguesas entre os seis e os dez anos trabalham como alunas tanto ou mais do que os adultos, com oito horas diárias na escola a que muitas vezes acrescem trabalhos de casa "repetitivos e inúteis", defendem especialistas.

"A vida das crianças a partir dos seis anos não pode funcionar só a partir da escola. A escola é muito importante, mas a educação informal e os momentos de lazer e o brincar são fundamentais", argumenta Maria José Araújo, investigadora da Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico do Porto.

Vendo o tempo médio de trabalho de um adulto, entre 37,5 e 40 horas semanais, percebe-se que muitas crianças trabalham no seu ofício de alunas tanto como um trabalhador adulto. Contudo, enquanto o trabalho profissional dos adultos é seguido de descanso para a maioria das pessoas, o trabalho escolar é cada vez mais desenvolvido dentro e fora da sala de aula, nota a investigadora, em declarações à agência Lusa.

Opinião idêntica revela o pediatra Mário Cordeiro, para quem as crianças trabalham mais do que os adultos: "Qualquer sindicato das crianças, se existisse, nunca permitiria tamanha carga horária".

O tempo para brincar, descansar e preguiçar é, segundo os especialistas, subvalorizado.

"A cultura escolar sobrepõe-se à cultura lúdica", refere Maria José Araújo, que lamenta que o tempo livre das crianças seja invadido pela escola, não deixando que a criança possa descansar e escolher o que fazer.

Trata-se sobretudo da forma como as atividades são estruturadas, já que mesmo as atividades de enriquecimento curricular são pensadas em termos de escolarização.

"O ensino formal é muito importante e devemos estimular as crianças para isso. Mas depois de cinco horas de atividade letiva, é preciso descansar e brincar. As outras atividades que as crianças realizem devem ter uma metodologia lúdica", defende.

Atualmente, a escola e a família parecem ter esquecido que a brincar se "aprende muito": "as crianças não brincam para aprender, aprendem porque brincam. Brincar é viver, para as crianças. É necessário respeitar a cultura lúdica e as culturas da infância".

Repetir em casa o que se fez na escola, prolongando o tempo de trabalho escolar, é um dos erros que se tem vulgarizado, defende.

"Os TPC [trabalhos para casa] são muitas vezes repetitivos e inúteis. Meninos de seis e sete anos andarem a repetir letras e fichas, com o argumento de que eles gostam e precisam, devia ser proibido, como acontece já nalguns países", sustenta Maria José Araújo.

Contudo, a investigadora diz que é necessário distinguir entre estudar e fazer TPC: "Estudar é importantíssimo e deve ser ensinado e incentivado. Deve ser mostrado isso às crianças.

Mas estudar tem de ter a adesão voluntária de quem o faz. Já os TPC repetitivos podem ajudar a mecanizar, mas afastam a criança do sentido e do valor do conhecimento."

Para Maria José Araújo, os TPC, a existirem, devem ser feitos na escola, eventualmente no apoio ao estudo e nada mais, até porque "representam muito em termos de tempo que ocupam, mas muito pouco em termos de estímulos cognitivos".

"Na verdade, se os TPC, tal como os conhecemos, ajudassem as crianças a ter sucesso escolar já se teria notado", indica, sugerindo que se deve antes ajudar as crianças a compreender o significado do conhecimento e das diferentes formas de aprendizagem.

"Saber não é só repetir e há muitos educadores que apostam mais nesta versão", defende.

Também para o pediatra Mário Cordeiro, a escola, onde os meninos permanecem tanto tempo, tem a obrigação de ensinar "sem invadir o espaço-casa, onde as crianças devem estar sem pressões".

"Os TPC diários, na versão 'mais do mesmo', são uma invasão da privacidade, na pior hora possível para a família e quando o aluno não tem capacidade de resposta, originando stress familiar e pessoal. Deviam ser abolidos", defende Mário Cordeiro.

Crise aumenta pressão sobre as crianças para serem "alguém no futuro"
A crise está a fazer com que pais e professores aumentem a pressão que exercem sobre as crianças para serem "alguém no futuro", sufocando-as com exigência e contribuindo para desencadear perturbações obsessivo-compulsivas, constata a investigadora Maria José Araújo.

"A maioria das crianças tem imensos trabalhos para casa (TPC) para fazer depois do horário escolar e sentem-se sufocadas com a pressão dos pais, da escola, mas também dos centros de estudo e do ATL (atividades de tempos livres), que não compreendem que depois das aulas elas precisam de brincar. Com a crise, a pressão está a aumentar imenso", afirma à agência Lusa a investigadora com experiência de trabalho com crianças nesta área.

Maria José Araújo considera que é necessário refletir sobre a angústia dos pais, sobre o que significa a excelência e o sucesso, já que as crianças são diferentes e têm ritmos de vida que devem ser respeitados.

A ideia de que se as crianças trabalharem muito hoje vão ser alguém no futuro não tem, no contexto atual, grande sustentação, além de se ter tornado numa pressão social, refere, em entrevista à agência Lusa.

"O discurso é todo à volta do sucesso, sem se explicar muito bem de que sucesso estamos a falar. E isto exerce uma pressão enorme. Os pais pressionam os filhos, os professores pressionam os alunos e a sociedade pressiona as crianças", diz.

Segundo a especialista, alguns pediatras e psicólogos têm mostrado muita preocupação com esta situação, relatando atitudes de cansaço e angústia nas crianças e comportamentos de grande mal-estar que desencadeiam stress ou depressão.

"O receio alimentado pelo espetro do desemprego e pela incerteza económica tem aumentado brutalmente. E aumenta a pressão sobre os pais, que exercem mais pressão sobre as crianças", nota Maria José Araújo.

O pediatra Mário Cordeiro defende que o objetivo do sistema de ensino não deve ser "começar a formar cavalos de corrida para a retoma económica".

"O objetivo deve ser ensinar, dar informação que permita formar conhecimento, transmitir sabedoria, dar instruções práticas para situações concretas, desenvolver a capacidade de pensar, raciocinar, refletir, dialogar", declarou à Lusa.

O sistema, diz Mário Cordeiro, deveria tentar que cada aluno sinta brio e vontade de ser melhor e não, como nos quadros de honra e rankings, o melhor de todos.

Fonte: Educare

2012-11-02

Feira dos Minerais e Fósseis

O Agrupamento de Escolas da Bobadela, numa iniciativa do Grupo de Ciências Naturais em parceria com a BE/CRE (Biblioteca Escolar/ Centro de Recursos Educativos), vai organizar mais uma vez a Feira dos Minerais, nos dias 7, 8 e 9 de novembro.

No dia 8 de novembro, a Feira dos Minerais só encerrará às 20 horas com o intuito de poder ser visitada pelos pais e famílias dos alunos do Agrupamento.




Ajudar os filhos a aprender estudar



  1. Os pais devem estar atentos ao que se passa na escola, às matérias que estão a ser dadas na escola em cada disciplina e, sobretudo, às datas dos testes.
  2. Os pais devem entender que ajudar os filhos não é a fazer-lhes os trabalhos de casa, mas sim criar-lhes as condições físicas e emocionais que lhes permita estudar e aprender.
  3. Por isso, os pais devem organizar um local específico para os filhos estudarem, que deverá estar apetrechado com tudo o que eles necessitam. O ideal é que este espaço seja desprovido de qualquer estímulo auditivo e visual, se bem que há alunos que gostam de estudar ao som de uma música de fundo. Deste modo, não há distrações e a atenção e a concentração serão maiores.
  4. Os pais poderão ensinar aos filhos como, durante as aulas, poderão tirar notas e como estas poderão ser revistas com frequência. Deverão ensinar também a fazer resumos da matéria.
  5. Os pais poderão também ajudá-los a construir uma listagem dos pontos que vão sair em cada teste, o que vai fazer com que atempadamente preparem todos os temas.
  6. Os pais deverão incentivar os filhos a estudar sozinhos e não em grupo. Só no final do estudo, poderão rever a matéria com os colegas.
  7. Devem dizer aos filhos que é preferível dividir as matérias por temas e/ou capítulos e dividirem o estudo fazendo pausas entre cada tema/capítulo.
  8. Nas vésperas dos testes, os pais devem promover o bom ambiente em casa, e, se possível, ajudar os seus filhos a relaxarem.
  9. Não devem esquecer de, no final, elogiar os filhos. Eles adoram e sentem-se muito mais motivados.
  10. Por fim, os pais devem ensinar os filhos a serem otimistas, a terem uma atitude positiva perante a vida e a acreditarem neles próprios.

Ementa - Semana 5 a 9 de novembro de 2012